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“Reality-Test The Press Release”: Red-Zone B-School Cases in Point

Rio de Janeiro: O Dia States the “M” Word on GatoNet Bust

Posted by Colin Brayton on June 24, 2007

Bandeira de luto em Rio das Pedras, após morte de suspeito de chefiar mil�cia
“The battle flag of Rio das Pedras, Rio de Janeiro”: The Peacemakers were headed by a senior police inspector who was promoted and decorated by an indicted former police chief whose campaign for the state assembly was allegedly funded by the gambling mobs involved in Operation Hurricane, in which senior judges are charged with selling verdicts that provided legal cover to gambling mafias. The inspector, a fugitive from justice, was later found with 30 bullets in him, sitting in his Toyota pickup truck outside his girlfriend’s apartment. Queima de arquivo [”shredding the documents”] was cited as a principal avenue of investigation. His paramilitary group ran bingo halls and GatoNet (an illegal cable TV network) and is under investigation for money-laundering. See also Rio: Tostes is Swiss Cheese on Toast.

Celso Brito and Marcelo Bastos of O Dia, reporting on the “GatoNet” bust late last week by the Brazilian federal police in Rio de Janeiro — see Rio de Janeiro: GatoNet Goes to Anatel Hell! — use the “m” word.

According to the PF, the community is controlled by a militia and there are reports that residents were forced to use the criminals’ services, paying between R$14 to R$25 [a month? -- Ed.]. Anyone who tried to install some other type of antenna, such as a satellite dish, was prevented from doing so.

GatoNet apparently learned its theory of the “business ecosystem” from reading James F. Moore’s famous HBR essay, “Predator and Prey.”

It is quite literally an example of one my favorite expressions: an “armed media monopoly.”

Brito and Bastos, meanwhile, quietly break a long silence on the subject of militias in the Brazilia press, as monitored through Google News Brasil. Last mentions I found was

But I need to update my informal survey.

The Observatório da Imprensa, meanwhile, has made a very firm point of Calling a Death Squad a Death Squad on the Internet, which has less penetration but growing influence. Brazilian Word of Mouth 1.0 — no batteries required! — is a powerful thing.


Anatel techs watch GatoNet. Death threats guaranteed 100% market share.

Rio – Com apoio de fiscais da Anatel, agentes da Polícia Federal (PF) realizaram nesta quinta-feira, em vários pontos do Rio, operação de combate a centrais clandestinas de transmissão de sinais para TV a cabo.

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De acordo com a PF, o objetivo era cumprir 14 mandados de busca e apreensão em várias áreas carentes, entre elas comunidades de Sepetiba e Pedra de Guaratiba, na Zona Oeste.

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Com a ajuda da Anatel, a PF obteve os endereços das centrais e montou a operação em 12 pontos da cidade, como Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, Vila da Penha, Jacarepaguá, Botafogo e Copacabana. Foram apreendidos vários objetos usados para operar o esquema, como cabos, retransmissores, TVs, receptores e amplificadores, além de celulares e boletos de pagamento.

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As investigações começaram no início do ano e seis acusados de ser os responsáveis por empresas de exploração do serviço ilegal foram identificados. Entre eles há um PM refornado e um dinamarquês, que é apontado como o homem que trouxe a técnica de retransmissão de sinais de satélite para o Brasil. Nenhum deles, porém, foi preso.

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Como os seis acusados já foram identificados, as pessoas encontradas nas centrais não foram presas, somente chamadas a depor como testemunhas.

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Ao todo, 82 policiais participaram da ação. Parte deixou a superintendência da PF na Praça Mauá, por volta das 4h30, para procurar os responsáveis pela fraude.


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Lá, na Rua Natividade, número 36, 1º andar, encontraram uma das centrais procuradas. No local, foram apreendidos um telefone celular, muitas guias de depósito em nomes de bancos, um receptor via satélite e moduladores, equipamentos usados na transmissão dos sinais. Os policiais encontraram ainda carimbo com inscrição Nord Sat, nome da empresa. Ninguém foi preso.

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Ainda de acordo com a PF, a comunidade é controlada por milícia e há informações de que os moradores era obrigados a usar os serviços dos criminosos, pagando de R$ 14 a R$ 25. Quem quisesse instalar outro tipo de antena, como parabólica, era reprimido.

According to the PF, the community is controlled by a militia and there are reports that residents were forced to use the criminals’ services, paying between R$14 to R$25 [a month? -- Ed.]. Anyone who tried to install some other type of antenna, such as a satellite dish, was prevented from doing so.

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